9 photos

-
15 - EMPRESA GONTIJO DE TRANSP. - BELO HORIZONTE-MG
25 photos
História da Empresa Gontijo Anos 1940 No ano de 1943, durante a Segunda Guerra Mundial, tinha início uma das maiores e mais bem sucedidas viagens da história das empresas de transporte rodoviário de passageiros no Brasil. Naquela época, o jovem Abílio Gontijo, conduzindo sua Jardineira Chevrolet Comercial 1940, engatava a primeira marcha e acelerava rumo à construção da Empresa Gontijo de Transportes. Nos primeiros anos a Gontijo era isso mesmo: uma Jardineira, conduzida por um jovem de 19 anos, que também era trocador e mecânico. Diga-se de passagem, todas essas funções feitas com muita competência e dedicação. Mesmo com as estradas ruins da época e com a lama no período das chuvas, os muitos desafios do caminho eram vencidos com todo cuidado para preservar a jardineira e, acima de tudo, seus passageiros. Anos 1950 A partir da década de 1950, com o incremento do processo de industrialização do Brasil, a população passou a se deslocar da área rural para as cidades, e a indústria automobilística começou a crescer, trazendo juntamente com ela o crescimento da malha rodoviária. Toda essa evolução criou condições propícias para a evolução das empresas de transporte de passageiros. A Gontijo soube aproveitar essa marcha da história, crescendo junto com o país, numa alucinante viagem de prosperidade. Mas essa caminhada não foi nada fácil. Em 1949, o fundador da Gontijo decide transferir-se de Carmo do Paranaíba para Patos de Minas e consegue fazer a primeira ligação com Belo Horizonte. A empresa passou a fazer mais duas linhas: Belo Horizonte/Patos de Minas, via São Gotardo e Belo Horizonte/Patos de Minas, via Três Marias. Pouco tempo depois, mais uma conquista: a linha Patos de Minas/Pirapora. Anos 1960 Apesar das dificuldades, Abílio Gontijo sabia que tinha de prosseguir sua viagem. Embarcou em um dos ônibus e mudou-se para Belo Horizonte, em 1965, quando a capital mineira ainda era uma cidade de médio porte e de vida pacata, e alugou uma sala no bairro São Francisco, onde passou a funcionar sua empresa. A vinda de Abílio Gontijo para Belo Horizonte permitiu a consolidação de outro marco na história de sua empresa, ocorrido também em 1965. Nesse ano, a empresa começa a fazer heroicamente as linhas Belo Horizonte/Governador Valadares e Belo Horizonte/Teófilo Otoni. A chegada da Gontijo nessas cidades permitiu que a empresa engrenasse uma terceira marcha no ritmo de sua história. No correr da segunda metade da década de 1960, a empresa ampliou o número de linhas nas regiões Norte e Nordeste de Minas Gerais, a partir de Valadares e Teófilo Otoni. Tornou-se forte também no Vale do Jequitinhonha, chegando até o ponto extremo da região, a cidade de Salto da Divisa. Hoje a Gontijo atende dezenas cidades nessas regiões. A conquista dessas novas regiões de Minas evidenciava, naquela época, uma característica marcante na história da Gontijo: a vocação para o pioneirismo. As viagens para aquelas regiões eram verdadeiras aventuras, especialmente no período de chuvas. O percurso Belo Horizonte/Teófilo Otoni, hoje feito em 7h30, em algumas ocasiões era vencido em nada menos que três dias. Os motoristas levavam enxadas nos ônibus, já que só o comando do veículo não era suficiente para chegar ao destino. Era comum, naquele tempo, as viagens transformarem-se em caravanas. Uma Toyota ia à frente, com pessoal equipado para reparar pontes de madeira, mata-burros e consertar trechos intransitáveis em locais como, por exemplo, a Estrada do Boi, hoje asfaltada, no trecho Teófilo Otoni/Nanuque, já quase na divisa com a Bahia. Na segunda metade da década de 1960, mais precisamente em 1968, a empresa conquistou outra fatia importante do mercado. A Gontijo incorporou a Viação Santa Marta, concessionária das linhas que ligavam Belo Horizonte ao Triângulo Mineiro. A empresa amplia sua atuação com a presença em uma das mais desenvolvidas regiões do estado. Anos 1970 A Gontijo já tinha todas as condições de romper as fronteiras de Minas, colocar o pé na estrada e ganhar o Brasil. Em 1975, Abílio Gontijo realizou um sonho com um lance no qual a sorte teve papel fundamental. Ganhou em um sorteio (fórmula de uma concorrência promovida pelo DNER - Departamento Nacional de Estradas de Rodagem) a linha Belo Horizonte/Salvador. Ainda na década de 1970, a Gontijo passou a ligar a capital mineira também a Goiânia, Recife e Campo Grande, firmando sua competência para realizar viagens de longo percurso. A segunda metade da década de 1970 foi marcada pela incorporação de várias linhas e empresas pela Gontijo. Foi um período de grande aperfeiçoamento técnico e crescimento da empresa. Ao final dos anos 1970, a empresa já possuía mais de 300 ônibus e necessitava de uma estrutura maior para dar suporte à continuação de sua viagem de sucesso. Anos 1980 Em 1981 era inaugurado o Parque Rodoviário Gontijo, no bairro Engenho Nogueira, em Belo Horizonte. Ele é hoje um dos mais modernos centros administrativos e de manutenção de empresa de transporte no país, com uma área de aproximadamente 100.000 metros quadrados e capacidade de operação para 2000 ônibus. A Gontijo acelerou fundo em direção ao Nordeste, procurando principalmente estabelecer uma ligação com São Paulo, e aproveitou uma grande oportunidade. Comprou a Viação Bonfinense, com seus 140 ônibus e várias linhas ligando São Paulo ao Nordeste, e abriu definitivamente as portas para um mercado que hoje responde por cerca de 35% do movimento da empresa. A Gontijo concentra seus esforços principalmente no aperfeiçoamento da qualidade de seus serviços para solidificar a estrada que conduzirá aos próximos anos de sucesso. Anos 1990 No início do ano 1996, a Gontijo comprou a linha Belo Horizonte/São Paulo e, no final do mesmo ano, disponibilizou uma nova garagem em São Paulo para atender à nova demanda. Essa garagem possui 60.000 metros quadrados e capacidade para 800 ônibus. Em 1999 a Gontijo fechou a maior compra de ônibus rodoviário da história da Scania em todo o mundo. Também em 1999 a Editora OTM atribui o troféu "Melhores do Transporte 1998”, na categoria Transporte Rodoviário de Passageiros para a Empresa Gontijo de Transportes, pela terceira vez consecutiva e a quinta vez na história da empresa. Concorrendo com empresas de todos os modais de transportes (aéreo, ferroviário, marítimo/fluvial, fretamento/turismo, rodoviário de cargas, rodoviário de passageiros), a Empresa Gontijo de Transportes conquista pela primeira vez na sua história o inédito troféu "Melhor entre as Melhores do Transporte". Para conquistar este troféu a Gontijo apresentou o melhor desempenho em 9 quesitos, avaliados pela Editora OTM, entre as "Melhores do Transporte" dos sete modais do transporte. Já nessa época, os carros da Gontijo passam por locais tão distintos que podem dar o tom dos contrastes e da dimensão do Brasil. Podem estar cruzando a Via Dutra, a principal estrada do país, ou cortando o vasto Planalto Central em direção a Rondônia. Anos 2000 Em dezembro de 2003 a Empresa Gontijo adquiriu a Companhia São Geraldo de Viação, fundada em 1949, que percorria mais de 95 milhões de km por ano em 15 estados brasileiros em mais de 100 linhas interestaduais, com uma frota de 800 carros. Durante a década, foram transportados aproximadamente 5 milhões de passageiros anualmente, o que corresponde quase à soma das populações de capitais como Belo Horizonte e Curitiba. São pessoas que utilizam o mais democrático dos meios de transporte do país, o único a que pode ter acesso a maioria da população.
-
163 - RÁPIDO MACAENSE - MACAÉ-RJ
8 photos
-
177 - VIAÇÃO ARAÇATUBA - NITEROI-RJ
18 photos
-
179 - BRASIL SUL LINHAS RODOVIÁRIAS - LONDRINA-PR
37 photos
Uma empresa que já nasceu com experiência. Fundada em janeiro de 2004, a Brasil Sul é uma jovem companhia que entrou no mercado com força para competir em nível de igualdade com outras do mesmo segmento. Ela foi fundada a partir de uma dissolução parcial da empresa Expresso Nordeste e por isso os dirigentes já tinham know how e competência para oferecer o transporte interestadual com maestria. A segurança nas estradas e a excelência no atendimento são as principais preocupações da empresa que desde o início se empenhou em oferecer ônibus novos e serviços diferenciados para seus clientes. A capacitação constante dos colaboradores é outro foco que dá sustentação à excelência no atendimento. Em sua trajetória, a empresa nunca deixou de inovar. Um grande exemplo é o serviço de internet grátis durante a viagem. Situada em Londrina, no norte do Paraná, a sede administrativa e a garagem central da Brasil Sul Linhas Rodoviárias ficam em um ponto estratégico para gerenciar todas as rotas oferecidas pela companhia, que partem para Santa Catarina, Rio Grande do Sul e São Paulo. A empresa esta crescendo. Uma nova sede foi construída. Ampla e moderna que garante conforto e qualidade para o dia a dia dos colaboradores e também cuidado com o meio ambiente. O Projeto contempla aproveitamento da luz solar e captação de água com respeito a natureza.Uma pequena atitude que traz grandes resultados para o futuro do País. É a Brasil Sul preocupada com o futuro. A Brasil Sul possui a frota mais nova e moderna do Brasil, conforto e segurança para os passageiros. Viajar pela Brasil Sul Linhas Rodoviárias é ter a tranquilidade de chegar ao destino com pontualidade e excelência no atendimento. A empresa se diferencia no mercado por apresentar serviços exclusivos e implementar modernos processos de gerenciamento interno. Atendemos nos estados de São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Viaje pela Brasil Sul e tenha a certeza de ser bem atendido. ENDEREÇO DA MATRIZ Brasil Sul Av. Celso Garcia Cid, 1100 - Londrina-PR SAC: 0800 400 9999 SAC Deficiente audição e fala: 0800 642 7700
-
185 - EXPRESSO CABRAL - NATAL - RN
3 photos
-
187 - CATARINÃO TRANSP. E TUR. - BALNEÁRIO CAMBORIÚ - SC
13 photos
O Catarinão é uma empresa sediada em Camboriú/SC e que atua desde 1990 no transporte de passageiros, oferecendo os melhores serviços em viagens e turismo. É uma empresa tradicional passada de pai para filho onde mantém o excelente atendimento e qualidade que os clientes reconhecem. Colocamos a sua disposição nossa frota de veículos que é composta com mais de 30 veículos, sendo eles: Ônibus Leito Turismo, Ônibus Executivos, Micro-ônibus, Vans e Carros para uso executivo Nosso Endereço Avenida Santa Catarina, nº650 CEP 88340-000 - Camboriú - SC (anexo ao Posto Irmão da Estrada)
-
191 - EXPRESSO NORDESTE - CAMPO MOURÃO-PR
37 photos
Em meados dos anos 50, um jovem carroceiro enfrentava as dificuldades da vida, comercializando frutas, verduras e cereais para sustentar sua família. Mas, ele tinha dentro de si um grande sonho: ter uma empresa que transportasse pessoas, reduzindo as distâncias entre as cidades, facilitando a vida de quem precisava percorrer as estradas do Paraná. Esse jovem de espírito empreendedor era Vassílio Boiko, nascido em setembro de 1913, em Prudentópolis, no interior do Paraná. Ele que trabalhava desde muito pequeno na lavoura com o pai, o qual lhe presenteou com uma carroça e uma parelha de animais para o transporte de lenha. Ao longo do tempo e da sua experiência adquiriu uma carroça maior para transportar frutas, principalmente laranjas. A partir de 1945, ele começou a viajar pelos sertões vendendo medicamentos, roupas e sal; além de prestar outros serviços. Assim, ele foi economizando dinheiro, conseguindo adquirir um caminhão Ford 1946, com o qual continuou no ramo de mascate, até 1951, quando instalou um armazém na localidade de Macacos, em Roncador – PR, onde trabalhava com sua esposa, Verônica Boiko. Como os negócios prosperavam cada vez mais, em 1952 ele resolve, em sociedade com o irmão Nicolau Boiko adquirir o Expresso Oeste, empresa constituída por dois carros Ford, com capacidade para 12 passageiros, que fazia apenas a linha Campo Mourão – Pitanga. Em 1958, adquiriu a parte da sociedade do irmão Nicolau e no ano seguinte se mudou para Campo Mourão, onde instalou um hotel, que era ao mesmo tempo: sede da Empresa, ponto de ônibus, alojamento dos colaboradores, bem como, de sua família. Nessa época adquiriu 3 ônibus e também a linha Pitanga – Guarapuava. Dois anos depois, ao adquirir a linha Goioerê – Cascavel, precisou adquirir outros 3 ônibus, que foram pagos à prestação, com muito trabalho e dificuldade. Acreditando no potencial de crescimento da região, Vassílio sempre buscou potencializar seus serviços de transporte de passageiros para toda esta rica região do Paraná, que na época começava a se desenvolver com a colonização de muitas cidades impulsionadas pela cafeicultura, hortelã e outras culturas. Em pouco tempo já eram 15 ônibus rodando pelas estradas do Paraná, além de possuir uma matriz administrativa e garagem própria, sediadas em Campo Mourão, e já contavam com agências em outras cidades que estavam em seu roteiro. As cidades fundadas na região possuíam estrutura precária, além de muito mato e pinheiro e a mão-de-obra também era escassa. Por isso, Vassílio foi buscar nos conterrâneos das famílias amigas de Prudentópolis, trabalhadores de confiança, que pudessem colaborar para o crescimento da Empresa e consequentemente de toda região. Esses vinham de mala e cuia trabalhar na Empresa, chegando inclusive a morar nas instalações. É o que conta José Macohin, o Macuco, com 71 anos, um dos primeiros funcionários da empresa. “Vim chamado pelo Vassílio que era conhecido do meu pai em Prudentópolis. Comecei como cobrador. Passei muitas noites nas estradas com os carros encalhados no barro, ou à beira dos rios da região à espera de balsas. Morava na Empresa que fornecia tudo o que precisávamos. Depois fui pelo interior ajudando nas garagens que estavam começando e precisavam de peças para os carros, também trabalhava prestando socorro aos carros à noite, quando era necessário. Já fui controlador do estoque de peças, almoxarife, entregador e recebedor de peças. Considero a Empresa como se fosse minha casa, e minha família também considera assim”, afirma. Muitos desafios foram enfrentados nas estradas até a Empresa se consolidar. Sem asfalto ou mesmo pontes sobre os rios, uma viagem tornava-se uma aventura. As chuvas traziam barro e faziam os carros ficarem dias na estrada. Seguir viagem, só quando se colocava correntes nos pneus. Também havia a poeira vermelha nas épocas secas, e muitas balsas sobre os rios. Se faltavam estradas e veículos, o jeito muitas vezes era transportar o máximo possível de passageiros, muitos destes migrantes, famílias inteiras com as mudanças em busca de uma vida nova e prosperidade no interior do Paraná. Pessoas com seus sonhos, sendo transportados pelos carros da Nordeste. “O grande problema era quando chovia. O Rio Piquiri subia, a balsa parava e nós ficávamos presos. Havia necessidade de esperar o rio baixar. E quando não era chuva, era poeira. Chegávamos em Maringá empoeirados, a terra era vermelha e mesmo com banho não saía toda a sujeira”. Germano Boiko. Mesmo entre tantas dificuldades, os colaboradores e proprietários não deixavam de transportar as pessoas e suas histórias. “No percurso da viagem de Campo Mourão a Guarapuava levava-se uma semana. Era meio dia de sol e chovia de novo. A estrada não secava em meio dia. Por isso, conhecíamos todos os moradores nas estradas. Andávamos de 5 a 10 quilômetros para encontrar alguém e pedir comida ou pouso. Muitas vezes todo mundo dormia dentro do ônibus, porque não passava ninguém”, lembrou Germano Boiko. O Sr. Vassilio Boiko, juntamente com sua esposa Verônica, satisfeitos com o sucesso da Empresa, registram a Empresa no dia 27 de junho de 1963, com o nome de “EXPRESSO NORDESTE LTDA”. Exultantes com a Empresa, em 1970 o pioneiro Vassílio instalou a Sede Administrativa da Empresa na cidade de Campo Mourão. Com uma área de 51.200 metros quadrados, sendo 2.000m2 de área construída para a Administração, 5.000m2 para a manutenção e mais 326 m2 incluindo alojamento e serviços gerais e associação esportiva. A Sede Administrativa dá apoio às demais garagens, pessoal e frota. Com o falecimento de seu fundador em fevereiro de 1980, a Empresa passou a ser administrada por seus filhos, dando continuidade no mercado, a qual atualmente tem destaque nos seus segmentos de atuação por oferecer sempre um ótimo atendimento, modernidade em sua frota e profissionais capacitados e treinados para que sua viagem seja especial. Pela expansão no ramo instalou a Matriz em São Paulo/SP e atua nos Estados do Paraná e São Paulo, nos segmentos de transporte rodoviário de passageiros, cargas e fretamento, tendo uma frota com mais de 300 veículos, empregando direta e indiretamente mais de 1000 funcionários, transportando em torno de 250.000 de passageiros e rodando em média 1.350.000 km por mês, possui mais de 130 pontos de vendas de passagens e 14 garagens utilizadas para limpeza e manutenção de veículos. A Nordeste administrada por Teófilo Boiko e Germano Boiko, juntamente com seus filhos, já conquistou 57 anos de sucesso, viajando pelo Brasil, levando gente, levando histórias e beneficiando direta e indiretamente milhares de brasileiros. “Cada época tem suas peculiaridades. Hoje nossa atividade mudou, porque os meios de transportes mudaram, e o poder aquisitivo aumentou bastante. Então temos que procurar inovar sempre, frotas novas, condições de pagamento. Temos que proporcionar satisfação a partir do momento da compra da passagem. Garantir tanto na origem quanto no destino, pontualidade, segurança, conforto e bom atendimento” Teófilo Boiko. Essa é a história de Vassílio Boiko, história de sua família, história da Nordeste… enfim são 57 anos somando esforços, multiplicando conquistas e aproximando pessoas! Nosso lema é “Viver é viajar…”
-
193 - CIALTRA - FORTALEZA - CE
3 photos
-
215 - PLUMA CONFORTO E TURISMO - CURITIBA-PR
222 photos
Fundada em 1º de julho de 1954, a Transportadora Galiotto contava com uma frota inicial de 9 caminhões marca GMC Marítimos e Aclo-matador. No auge da empresa chegou a ter 52 caminhões. Apesar de todas as dificuldades surgidas com o início do regime militar no Brasil (1964), a Transportadora Galiotto não parava e, no ano seguinte, já enfrentava com criatividade os desafios do caminho, com um fato muito curioso que aconteceu na sua rota: ruiu a ponte de Passo do Socorro, no Rio Pelotas, isolando, praticamente, o Rio Grande do Sul do resto do país. Para não interromper as suas atividades, a empresa idealizou uma solução inteligente para contornar o problema e passar as suas cargas para o outro lado do rio. Instalou sobre o rio uma mangueira de borracha, com 600m de comprimento, utilizada para bombear o vinho transportado por seus caminhões da margem gaúcha para a catarinense, e assim seguir para o mercado paulista e carioca; no sentido contrário, bombeava o álcool trazido pelos caminhões tanques de São Paulo para o Sul. A operação levava cerca de três horas e meia para cada caminhão. Esta iniciativa foi manchete no Jornal Pioneiro, que circulava naquela região, com o título de “O primeiro Vinhoduto do mundo” (1965). Em novembro/65, a Transportadora Galiotto, em sociedade com a Transportadora Aurora, também de Caxias do Sul, adquiriu a Empresa Bocatur, de Curitiba-PR, resultante da fusão das empresas Expresso do Sul e Estrela D’Alva. Poucos meses depois, em 10 de fevereiro de 1966, a Boscatur mudou seu nome para Pluma Conforto e Turismo S.A. Inicialmente a empresa estava situada à Rua Carlos Dietzch 541, no Bairro do Portão, e logo depois transferiu sua sede para a Rodovia BR 116, km 108 – Pinheirinho, onde se encontra até hoje. Os primeiros vôos da Pluma A Pluma começou suas atividades com 170 funcionários, e possuía 34 ônibus em sua frota, que operavam em três linhas: Curitiba / Porto Alegre, Curitiba / São Paulo, e Curitiba / Passo Fundo / Santa Maria (RS). Com a incorporação da empresa Expresso Porto Alegre Brasília Ltda em 1971, a Pluma deu início à interligação do Brasil à Argentina, surgindo dessa fusão sua primeira linha internacional: Porto Alegre/Buenos Aires. Dois anos depois, conseguiu o prolongamento dessa linha para o Rio de Janeiro e São Paulo. Mas a ampliação de suas rotas não parou por aí. Em 1974, começou a operar mais três linhas: Foz do Iguaçu/São Paulo; São Paulo/Assunção e Foz do Iguaçú/Assunção. Essas linhas, no decorrer do tempo, também foram sendo ampliadas. Outra conquista importante da Pluma ocorreu em 1978, com o início da linha Rio de Janeiro/Santiago do Chile, uma das maiores linhas rodoviárias da América Latina, com 4.116 km. Incêndio de 1986 Apesar de sua constante expansão e crescimento, a Pluma também passou por momentos muito difíceis, até chegar no ponto em que se encontra atualmente. O mais grave foi em 1986, quando um incêndio destruiu toda a sua sede administrativa e parte do setor de manutenção. Como uma fênix ressurgida das cinzas, depois do incêndio a empresa iniciou uma verdadeira batalha para a construção da nova sede, que foi inaugurada em fevereiro de 1990. A “Águia da Pluma” voltou a bater suas asas com toda a sua força e autonomia de vôo e, subindo cada vez mais alto, nunca mais parou de ampliar os horizontes de seu território no setor de transporte rodoviário de passageiros e de cargas e encomendas. Em 2002, quando da ingressão do novo grupo acionário, metas e ações de renovação e crescimento foram estabelecidas, visando o reposicionamento da empresa no mercado de transporte rodoviário. Assim, de 2004 para cá, com a mudança da logomarca (e entre tantas outras ações que demarcam esta nova fase), luminosos foram trocados, guichês e filiais reformadas, empresas foram incorporada
